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Brasília, DF: há 34 anos, Patrimônio Cultural da Humanidade

Publicado em: 09/12/2021 - 19:02

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Ministério do Turismo destaca o aniversário do reconhecimento da cidade pela Unesco como um dos marcos na história da arquitetura e do urbanismo mundial
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Museu Nacional da República, um dos atrativos da Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF). Crédito: Roberto Castro/MTur

Em dezembro de 1987, com apenas 27 anos de fundação, Brasília (DF) se tornava o primeiro conjunto urbano do século 20 reconhecido como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação a Ciência e a Cultura (Unesco). A conquista inseriu a capital federal no seleto grupo de monumentos igualmente agraciados com o título, a exemplo da Muralha da China, das pirâmides do Egito e da Acrópole de Atenas, na Grécia.

É farta a lista de atributos que credenciaram a cidade à condição especial. Destaque para a correspondência entre o projeto urbanístico único de Lucio Costa e a moderna arquitetura de Oscar Niemeyer, visíveis na concepção do Plano Piloto e o seu formato de avião. Brasília desfila espaços públicos singulares, como a imponente Esplanada dos Ministérios e a Praça dos Três Poderes, além da formação simétrica de suas superquadras residenciais.

O ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, ressalta que a singularidade da capital ajuda a posicionar o Brasil como destino global. “Além de sediar o Poder Público Federal – o que favorece o turismo cívico -, Brasília ostenta virtudes únicas em todo o mundo. Estamos falando de uma das maiores realizações culturais do século 20, que exibe um acervo arquitetônico, urbanístico e paisagístico de beleza icônica, capaz de encantar seus visitantes”, enaltece.

O planejamento e a construção do Plano Piloto de Brasília são fruto de um concurso nacional realizado no ano de 1957 pelo então presidente da República, Juscelino Kubitschek, idealizador da capital. O vencedor foi Lucio Costa, que, juntamente com Oscar Niemeyer, deram vida ao seu desenho monumental. Entremeada de áreas verdes, a cidade se divide em áreas específicas, tendo definidos setores próprios de trabalho, moradia, serviços e lazer.

O título de Patrimônio Cultural da Humanidade da Unesco proporciona que o conceito inovador e de vanguarda da capital se mantenha inalterado e seja transmitido às futuras gerações. A cidade, também inscrita no Livro do Tombo Histórico pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) no mês de março de 1990, concentra a maior área tombada do mundo, com um total de 112,5 quilômetros quadrados.

TURISMO CÍVICO – Uma parceria entre o Ministério do Turismo e a Secretaria de Turismo do Distrito Federal (Setur-DF) busca promover o turismo cívico na capital e posicioná-la como destino referência no segmento. A proposta é que a Setur atue na estruturação e no desenvolvimento de produtos relacionados ao ramo, cabendo ao MTur apoiar a comercialização de roteiros. A metodologia deverá ser replicada em outras cidades do país.

POPULARIDADE – Segundo um levantamento da empresa britânica Design Bundles, Brasília ocupa o oitavo lugar entre os patrimônios mundiais tombados pela Unesco no planeta mais marcados por internautas no Instagram. A capital, com 13,2 milhões de citações na rede social, posiciona-se à frente de destinos a exemplo de Barcelona, na Espanha, e de Bali, na Indonésia. O primeiro lugar é do centro histórico de Roma, na Itália, e o segundo, do Rio de Janeiro (RJ).

Por André Martins

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo